Pacientes do Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo recebem a Caravana de Natal

‘Nós é que fomos presenteados e não eles (pacientes)’. A declaração veio de um expert em dar presentes essa época do ano: Papai Noel. O bom velhinho, sua companheira mamãe Noel, e a comitiva natalina visitaram o hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, em Belém, esta semana.

Três caminhões da ‘Caravana Coca-Cola estacionaram em frente ao hospital onde eram aguardados por um plateia que não tinha a menor ideia de quem seriam os visitantes. ‘O objetivo da caravana é levar felicidade e a magia do Natal. De todos os locais que a caravana está percorrendo, sem dúvida, o hospital era o mais esperado por todo mundo. pelo grau de importância que temos com a infância e que a gente sabe que o hospital, também, e com uma seriedade muito grande com o tratamento. Chegar aqui e ver tudo isso, para nós, foi a recepção mais emocionante até agora”, declarou Monah Feio, coordenadora da Caravana.

A beleza da noite especial contagiou também quem passava em frente ao hospital. “O que era uma surpresa para as nossas crianças e adolescentes acabou se tornando uma comunhão com nossos vizinhos. Vimos muitas pessoas que moram no entorno e gente que passa aqui em frente confraternizando com nossos pacientes e colaboradores. É a magia que só o espírito de Natal desperta, e nos emociona independente da idade”, disse a diretora Geral do hospital, Alba Muniz. Da cidade de Fortaleza, Marco Aurélio Oliveira, estava com a esposa e dois filhos de férias em Belém. “Vimos o caminhão e paramos, e quando nos demos conta era aqui no hospital. Esse lugar toca a gente, sensibiliza”, declarou.

Para a visita, Thais Freire Campos vestiu a filha com a roupa do personagem preferido dela, a princesa Ana das história infantil “Frozen: Uma Aventura Congelante”, tudo para receber os convidados especiais que também vieram de “climas abaixo de zero”. “É uma maneira de distrair a criança desse mundinho fechado dela e manter em contato com o externo, mas que é lúdico como esse universo do Papai Noel”, disse a mãe da pequena T. C. de apenas quatro anos, que, na noite de magia natalina só importava estar sentada na primeira fileira para não perder nenhum detalhe.