Um dos mais importantes hospitais de câncer infantojuvenil do Brasil é o primeiro a alcançar certificação de excelência

O Hospital Oncológico Infantil é primeiro da rede pública de saúde com atendimento à oncologia pediátrica a alcançar o nível máximo da certificação de qualidade concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA)

A rede de hospitais públicos do Pará deu mais um passo em direção ao reconhecimento da qualidade dos serviços prestados à população. A partir de agora, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, em Belém, é mais um a receber o selo Acreditado com Excelência ONA 3, o nível mais alto de qualidade concedido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), às instituições de saúde do país que apresentem uma gestão integrada e uma assistência segura e de qualidade aos usuários.

Gerenciado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, o Hospital, considerado referência para o diagnóstico e tratamento especializado de crianças e adolescentes com câncer no Pará, se torna o primeiro do Sistema Único de Saúde (SUS), no segmento de oncologia pediátrica, a conquistar a certificação ONA 3.

No Pará, além do Oncológico Infantil, outras três unidades públicas de saúde possuem a certificação de excelência: o Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), em Santarém; o Hospital Regional Público da Transamazônica (HRPT), em Altamira; e o Hospital Público Estadual Galileu (HPEG). Todas as unidades alcançaram o padrão de excelência assistencial por meio da gestão realizada pela Pró-Saúde, sendo que o Oncológico Infantil e o Galileu conquistaram a certificação ONA 3 neste ano.

Nesta sexta-feira (18), em meio às comemorações pela passagem do Dia das Crianças e do aniversário de quatro anos do Hospital Oncológico Infantil (12), a diretoria da Unidade anunciou oficialmente para colaboradores, usuários e autoridades locais dos poderes Executivo e convidados, a homologação do resultado da auditoria realizada entre os dias 17 e 19 de setembro.

A secretária Adjunta de Gestão de Políticas de Saúde, Ivete Gadelha Vaz, acompanhou as comemorações pelo aniversário do Hospital, ressaltou a exemplo do Oncológico Infantil como necessidade de expansão das certificações de qualidade. “Para o Governo do Estado e para a Secretaria de Estado de Saúde é uma grande satisfação esse reconhecimento recebido pelo Hospital Oncológico Infantil. E que essa qualificação possa se estender por todos os hospitais gerenciados pela Pró-Saúde no estado do Pará que, sem dúvidas, será um ganho para todos.”

“Quando o Hospital começou a funcionar, optamos em trabalhar de uma forma diferente, valorizando a história dos pacientes, dos colaboradores e a cultura de cada um deles para entregar uma assistência de qualidade e de referência para o Brasil”, destacou Alba Muniz, diretora Hospitalar do Oncológico Infantil.

Para o diretor Operacional da Pró-Saúde no Pará, Rogério Kuntz, a conquista da ONA 3 reforça a importância do Hospital Oncológico Infantil para o Estado.

“Hoje podemos dizer que esse hospital é o maior e melhor do Brasil em oncologia. São conquistas, prêmios e certificações que servem como modelo de gestão assistencial humanizada a ser seguidos por outras unidades e que são corroboradas com o reconhecimento da população e principalmente dos usuários quando chegamos a taxas de satisfação superiores a 95%’, complementou o diretor.

Sobre a Pró-Saúde

A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa a promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade. Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 23 cidades de 11 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensor da gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição.